Instituto Rennove2018-03-07T10:16:48+00:00

Sobre o Instituto Rennove

É uma empresa que tem como propósito servir como referência no desenvolvimento de processos organizacionais e de gestão de pessoas, desenvolvimento de líderes e equipes profissionais, oferecendo ferramentas objetivas para a ampliação da consciência dos indivíduos e que sejam capazes de gerar autoconhecimento e desenvolvimento de pessoas e organizações.

“Promover ampliação da consciência de nossos clientes por meio do autoconhecimento, gerando maior habilidade em compreender e lidar com as diferenças entre pessoas.”

“Tornar-se referência em desenvolvimento de lideranças através de cursos presenciais e EAD.”

“Integridade, respeito às diferenças, anseio por autossuperação, desejo de ajudar os outros a evoluir, gratidão e alegria.”

Gestão de Pessoas

Você sabia que em 80% do tempo somos sequestrados por emoções que não sabemos administrar? Nós só reagimos a elas, sem que tenhamos conhecimento dos motivos que nos levam a agir de determinada forma. As emoções influenciam a maneira como percebemos a realidade à nossa volta.

Sem autoconhecimento podemos acabar sendo controlados por elas. Isso faz com que às vezes nos sintamos “vítimas do mundo” ou “irritados com o mundo” e até mesmo “não nos sentindo capaz” e nem “merecedor” de nada.

O diferencial que faz com que cada um consiga ter maestria sob suas emoções é o autoconhecimento. O ser humano tem a tendência de confiar apenas em quem conhece bem.

Sem autoconhecimento como você pode confiar em si mesmo? Como pode acreditar no seu potencial? Como pode acreditar ser capaz?

Muitos gestores têm dificuldades em compreender as diferenças entre as pessoas. Uma das principais razões para essa dificuldade reside na tentativa de compreender racionalmente tais diferenças. Afinal, a partir de uma perspectiva racional, existem comportamentos muito mais lógicos, que trazem resultados mais eficazes.

Quando o assunto é finanças, por exemplo, não são poucos os livros que comprovam a eficácia de um comportamento controlado, baseado em planejamento orçamentário. Mas o tema pessoas vai além de comportamentos eficazes, exigindo a ampliação do contexto até que este inclua questões como felicidade e realização pessoal. Em outras palavras, muitos gestores têm dificuldades em compreender as diferenças entre pessoas porque estão tentando fazê-lo por meio de uma ótica limitada.

Algo que muda dramaticamente o cenário da tentativa de compreender as pessoas é a inclusão das emoções. Compreender que a autorrealização e engajamento estão enraizados nas emoções muda toda a leitura, como no conto dos três cegos que tentam descrever o elefante tateando diferentes partes de seu corpo. Enxergar um quadro maior gera um novo significado e, consequentemente, enseja a concepção de novas alternativas.

Mas como incluir as emoções quando a maior parte das pessoas não tem a mínima ideia do que estão sentindo e tão pouco da influência das emoções na percepção da realidade?

A solução está no autoconhecimento. Nada de novo até então, afinal, autoconhecimento é receita mais antiga do que Sócrates. Existem centenas de artigos disponíveis apontando a necessidade de autoconhecimento na liderança e na gestão de pessoas. Mas poucos são os que falam sobre como obter autoconhecimento aplicável na gestão de pessoas de forma que este gere melhoria no desempenho de uma equipe.

Tendo como objetivo a melhoria de desempenho tratamos no eneagrama, de dois pilares em que a aplicação do autoconhecimento é necessária, “Você e os Outros” e nesses pilares, a específica área das emoções.

Mas porque as emoções? Simples, elas estão presentes o tempo todo e influenciam sua perspectiva de realidade, o que você julga ser o certo e errado, o que é relevante nas mais variadas situações, sua reação aos eventos e, como se não fosse suficiente, elas são a bioquímica que reforça as relações entre neurônios, sustentando redes neurais. Em resumo, elas são tão determinantes em sua personalidade que uma pequena mudança nesse padrão bioquímico altera seu estado de humor, significado de vida, nível de comprometimento, ou seja, lhe transforma em outra pessoa.

Quando você reconhece suas emoções, mesmo que seja por meio do comportamento, desenvolve novas conexões relacionadas ao que chamamos de autorregulação. O mais incrível é que o desenvolvimento da autorregulação é natural e espontâneo quando fortalecemos o reconhecimento de nossas emoções.

Se você desenvolve maior habilidade em regular suas emoções, conquista uma nova dinâmica na relação com o que acontece no dia a dia e pode explorar outras perspectivas (redes neurais) que antes estavam dominadas pela via principal (emoção predominante). Na prática, isso significa olhar para as pessoas de sua equipe e identificar alternativas que antes simplesmente não estavam a sua disposição.

Compreender as diferenças entre as pessoas se torna possível porque seu cérebro pode usar diferentes redes neurais para reconhecer os diferentes aspectos da realidade.

Eneagrama

O Eneagrama é uma ferramenta internacionalmente reconhecida que identifica o estilo de atuação, os elementos motivadores e os desmotivadores para indivíduos e equipes profissionais. Essa metodologia gera uma aprendizagem transformadora e eficaz para quem lida com competências empresariais e humanas.

Com base nessa ferramenta, o psicoterapeuta Márcio Schultz desenvolveu o Mapa das 9 Competências Emocionais relacionadas com cada um dos Estilos de Gestão no Eneagrama.

“A maneira mais simples de explicar o trabalho desenvolvido por Márcio Schultz é lembrando que todos somos uma consciência que, por sua vez, tem um ego. Esses dois poderes estão constantemente disputando espaço em nossas decisões. Por vezes, decidimos sob forte influência do ego, e disputas desnecessárias se tornam o centro da questão. Perdemos o foco do mais importante, ou ainda, perdemos a consciência do que é realmente importante.

Essa divisão de foco é o cerne da maior parte das dificuldades em se obter os melhores resultados por meio de pessoas. Assim, o eneagrama é uma ferramenta que ajuda o indivíduo a reconhecer quando está sob influência de suas Competências Emocionais (Consciência) ou de seu Vício Emocional (Ego).

A ferramenta também auxilia o gestor a desenvolver habilidades em administrar esses poderes em si mesmo, para sustentar uma visão mais ampla da realidade e percebê-los nas equipes, reconhecendo os limites e potenciais de cada um.

Com essa perspectiva mais consciente, temas como Feedback, Coaching e Gestão de Pessoas assumem a dimensão que merecem, ou seja, que cada pessoa tem seu jeito, e os melhores resultados acontecem quando incluímos as diferenças no trabalho em equipe. ”

Márcio Schultz

Competências emocionais

Percebemos a realidade sob grande influência das nossas emoções, mas isso não quer dizer que as emoções são vilãs, pois não são. Elas dão sentido e significado a nossa percepção da realidade. Sem elas, a realidade perde o sentido, mas quando uma emoção está presente em demasia no nosso dia-a-dia ou em nossas relações, ela gera uma grave interferência na percepção da realidade. O desafio está em torna-se consciente da intensidade com que elas estão presentes e sobre o que está sendo sustentado em nossa janela mental.

A metodologia desenvolvida pelo psicoterapeuta Márcio Schultz, gera uma aprendizagem transformadora e eficaz para quem lida com competências humanas e possibilita que os profissionais criem maior identificação com as suas funções. Essa metodologia pode ser aplicada, por exemplo, no gerenciamento de conflitos e também permite identificar o perfil das pessoas e comunicar-se com elas de forma mais assertiva.

O que é Competência Emocional?

O vínculo emocional intermediário sustenta a perspectiva da janela na dose adequada e gera uma habilidade em perceber a realidade por tal perspectiva. Não há um apego a janela, mas sim preferências.

O que é Vício Emocional?

Quando uma emoção está demasiadamente presente na consciência ela cria fortes vínculos com a perspectiva de sua Janela. O indivíduo terá dificuldades em sair de tal perspectiva e dará a ela uma super importância.

Autoconhecimento

Você sabia que em 80% do tempo somos sequestrados por emoções que não sabemos administrar? Nós só reagimos a elas, sem que tenhamos conhecimento dos motivos que nos levam a agir de determinada forma. As emoções influenciam a maneira como percebemos a realidade à nossa volta.

Sem autoconhecimento podemos acabar sendo controlados por elas. Isso faz com que às vezes nos sintamos “vítimas do mundo” ou “irritados com o mundo” e até mesmo “não nos sentindo capaz” e nem “merecedor” de nada.

O diferencial que faz com que cada um consiga ter maestria sob suas emoções é o autoconhecimento. O ser humano tem a tendência de confiar apenas em quem conhece bem.

Sem autoconhecimento como você pode confiar em si mesmo? Como pode acreditar no seu potencial? Como pode acreditar ser capaz?

Muitos gestores têm dificuldades em compreender as diferenças entre as pessoas. Uma das principais razões para essa dificuldade reside na tentativa de compreender racionalmente tais diferenças. Afinal, a partir de uma perspectiva racional, existem comportamentos muito mais lógicos, que trazem resultados mais eficazes.

Quando o assunto é finanças, por exemplo, não são poucos os livros que comprovam a eficácia de um comportamento controlado, baseado em planejamento orçamentário. Mas o tema pessoas vai além de comportamentos eficazes, exigindo a ampliação do contexto até que este inclua questões como felicidade e realização pessoal. Em outras palavras, muitos gestores têm dificuldades em compreender as diferenças entre pessoas porque estão tentando fazê-lo por meio de uma ótica limitada.

Algo que muda dramaticamente o cenário da tentativa de compreender as pessoas é a inclusão das emoções. Compreender que a autorrealização e engajamento estão enraizados nas emoções muda toda a leitura, como no conto dos três cegos que tentam descrever o elefante tateando diferentes partes de seu corpo. Enxergar um quadro maior gera um novo significado e, consequentemente, enseja a concepção de novas alternativas.

Mas como incluir as emoções quando a maior parte das pessoas não tem a mínima ideia do que estão sentindo e tão pouco da influência das emoções na percepção da realidade?

A solução está no autoconhecimento. Nada de novo até então, afinal, autoconhecimento é receita mais antiga do que Sócrates. Existem centenas de artigos disponíveis apontando a necessidade de autoconhecimento na liderança e na gestão de pessoas. Mas poucos são os que falam sobre como obter autoconhecimento aplicável na gestão de pessoas de forma que este gere melhoria no desempenho de uma equipe.

Tendo como objetivo a melhoria de desempenho tratamos no eneagrama, de dois pilares em que a aplicação do autoconhecimento é necessária, “Você e os Outros” e nesses pilares, a específica área das emoções.

Mas porque as emoções? Simples, elas estão presentes o tempo todo e influenciam sua perspectiva de realidade, o que você julga ser o certo e errado, o que é relevante nas mais variadas situações, sua reação aos eventos e, como se não fosse suficiente, elas são a bioquímica que reforça as relações entre neurônios, sustentando redes neurais. Em resumo, elas são tão determinantes em sua personalidade que uma pequena mudança nesse padrão bioquímico altera seu estado de humor, significado de vida, nível de comprometimento, ou seja, lhe transforma em outra pessoa.

Quando você reconhece suas emoções, mesmo que seja por meio do comportamento, desenvolve novas conexões relacionadas ao que chamamos de autorregulação. O mais incrível é que o desenvolvimento da autorregulação é natural e espontâneo quando fortalecemos o reconhecimento de nossas emoções.

Se você desenvolve maior habilidade em regular suas emoções, conquista uma nova dinâmica na relação com o que acontece no dia a dia e pode explorar outras perspectivas (redes neurais) que antes estavam dominadas pela via principal (emoção predominante). Na prática, isso significa olhar para as pessoas de sua equipe e identificar alternativas que antes simplesmente não estavam a sua disposição.

Compreender as diferenças entre as pessoas se torna possível porque seu cérebro pode usar diferentes redes neurais para reconhecer os diferentes aspectos da realidade.

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